terça-feira, 22 de janeiro de 2008
O que é a poesia para mim...
..A poesia são usos das palavras para exprimir sentimentos de amor, alegria, tristeza ou revolta, ela é como se fosse um exercício espiritual. A poesia definem-se pelo trabalho criativo da linguagem, pela grandeza literária independentemente da forma de estranheza ou como fins de esteticos.A poesia refere-se ao mundo imaginario ou ficcionado.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Carta para o Presidente
- Excelentíssimo Senhor
Presidente da República
venho solicitar informações de como participar no programa da presidência da republica chamado" Roteiro da Ciência", cujo roteiro de eventos tem despertado em mim uma imensa vontade de conhecer melhor, divulgar e fazer parte do mesmo.
Tenho acompanhado pelos noticiários o vosso empenho e apoio em promover e incentivar os jovens a conhecer e a participar nos desafios da ciência .
A Ciência pode contribuir para um futuro melhor e por ele procurem-se benefícios eficientes e eficazes para um planeta mais limpo, com recursos naturais renováveis e sem ameaças de extinção das especies.
Assim sendo, desejo a V. exa e à equipa as melhores felicidades e votos de pleno êxito no projecto em causa.
Com os meus melhores cumprimentos
Raíssa Bahia Assunção
Frase de Daniel Pennac
«o verbo ler não suporta o imperativo. É uma aversão que compartilha com outros: o verbo amar... o verbo sonhar...»
os verbos ler, ama e sonhar são verbos de liberdade em todos os sentidos por isso odeiam o imperativo que demonstra repressão, autoridade. Os verbos em causa explica direitos de ser livre, de ler, de amar e sonhar, criam, elaboram, expandem o significado da criatividade e do sentimento,enquanto que o imperativo domina e controla os pensamentos e as acções levando a pessoa a ser fechada e limitada em si mesma, não usando a espontaniedade e a descontracção inerentes aos verbos ler, amar e sonhar.
os verbos ler, ama e sonhar são verbos de liberdade em todos os sentidos por isso odeiam o imperativo que demonstra repressão, autoridade. Os verbos em causa explica direitos de ser livre, de ler, de amar e sonhar, criam, elaboram, expandem o significado da criatividade e do sentimento,enquanto que o imperativo domina e controla os pensamentos e as acções levando a pessoa a ser fechada e limitada em si mesma, não usando a espontaniedade e a descontracção inerentes aos verbos ler, amar e sonhar.
domingo, 30 de setembro de 2007
******A cidade e as serras*******
A cidade e as serras
Eça de Queiroz
Em "A cidade e as serras" o autor ressalta o bucolismo verdadeiramente lusitano, a exaltação da simplicidade grosseira que destroi no homem o seu primitivismo ingénuo. sua terra natal,de origem saudavel, e que é simultaneamente o regresso à infância, pela fruição sensual de cada momento atráves do reconhecimento, pelo cheiro, gesto e olhar de toda a gama de sensações de um passado de pureza e de verdade do qual o ambiente da cidade o afastara.
A falta de integração do personagem nas realidades socioeconómico do meio rural do qual só extrai os beneficios, é superada por uma comicidade de situações,que pretende desdramatizar a vida por uma ironia, pela impertinência de análise do ridiculo social e sobretudo por uma linguagem nova onde se reconhece um trabalho quase artesanal de construção de uma nova forma de expressão literaria, que é a antítese do estilo oratório de muitos do antecessores do autor.
Eça de Queiroz
Em "A cidade e as serras" o autor ressalta o bucolismo verdadeiramente lusitano, a exaltação da simplicidade grosseira que destroi no homem o seu primitivismo ingénuo. sua terra natal,de origem saudavel, e que é simultaneamente o regresso à infância, pela fruição sensual de cada momento atráves do reconhecimento, pelo cheiro, gesto e olhar de toda a gama de sensações de um passado de pureza e de verdade do qual o ambiente da cidade o afastara.
A falta de integração do personagem nas realidades socioeconómico do meio rural do qual só extrai os beneficios, é superada por uma comicidade de situações,que pretende desdramatizar a vida por uma ironia, pela impertinência de análise do ridiculo social e sobretudo por uma linguagem nova onde se reconhece um trabalho quase artesanal de construção de uma nova forma de expressão literaria, que é a antítese do estilo oratório de muitos do antecessores do autor.
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